Você já viu aqui que as franquias imobiliárias são um ótimo investimento para quem quer largar o emprego e tocar o próprio negócio. Acontece que muitos empresários bem sucedidos não estão dispostos a mergulhar de cabeça no dia a dia de uma imobiliária e tampouco querem abandonar o atual emprego.
O que eles querem, na verdade, é apenas aumentar o patrimônio com os bons negócios no mercado imobiliário. Se você está nessa categoria e acha que as franquias imobiliárias não fazem sentido, é bom repensar. Você pode, simplesmente, entrar como investidor em uma sociedade em uma nova franquia.
Nesse caso, você - com recursos próprios ou financiamento bancário - atua como sócio-investidor, enquanto outro sócio administra os negócios. O sucesso nesse tipo de empreitada depende diretamente da boa sintonia entre os dois. Saiba como selecionar o parceiro do seu novo negócio:
Como encontrar o melhor sócio
Quem for entrar com o capital de investimento deve ser muito criterioso na hora de escolher o sócio-administrador. Isso porque o sócio-investidor é o mais interessado no sucesso da franquia. Afinal de contas, se o negócio não for para frente, ele é quem vai ter o maior prejuízo. Portanto, não precisa nem falar que o investidor busque uma pessoa comprometida com o trabalho e com tempo integral disponível para cuidar da parte operacional. O sócio ideal pode estar até mesmo na sua família.
No fundo, o importante é que os dois sócios se complemente. Por exemplo, se você, investidor, conhece tudo sobre finanças, um parceiro que sabe lidar com pessoas pode ser a melhor pedida.
Aqui, cabem duas ressalvas. A primeira é que nenhum dos sócios precisa ter tido experiência no mercado imobiliário. O suporte do franqueador cobre essa lacuna.
Por fim, em caso de sociedade, os dois sócios devem passar pela avaliação do comitê do franqueador, conforme o papel de cada um. Do sócio-investidor, espera-se por uma pessoa sem problemas em bancos. Já do sócio-administrador, a marca deseja encontrar alguém com espírito de liderança.
Divisão dos lucros
Esse momento costuma ser bem delicado e gerar bastante discussão entre os sócios. Para a sociedade não entrar em crise logo nos primeiros meses, é importante que a participação nos lucros já esteja estabelecida antes da assinatura do contrato social. O ideal é que quem tira o investimento do próprio bolso receba uma porcentagem maior em cima dos lucros, já ele que corre mais riscos. Do outro lado, o administrador deve receber, além de uma pequena porcentagem nos lucros, uma quantia mínima mensal pelo trabalho. Essa remuneração precisa ser compatível com o mercado. Uma boa margem em cima de crescimento, por exemplo, pode ser uma estratégia positiva para garantir que o administrador não se acomode - e corra atrás de novos clientes.
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