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	<title>Leardi Imóveis</title>
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	<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 14:19:58 +0000</pubDate>
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		<title>Brasileiro já pode refinanciar a casa</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 14:14:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por ora, modalidade é oferecida por dois grandes bancos de varejo; analistas indicam como opção para troca de dívida

Roberta Scrivano
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A estabilidade da economia brasileira está impulsionando o crescimento de modalidades alternativas às linhas de crédito tradicionais. É nessa onda que aparece o refinanciamento imobiliário, que, na avaliação de especialistas, tende a abocanhar a cada ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por ora, modalidade é oferecida por dois grandes bancos de varejo; analistas indicam como opção para troca de dívida</p>
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<p class="fonte">Roberta Scrivano</p>
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<div class="ImagemMateria"></div>
<p>A estabilidade da economia brasileira está impulsionando o crescimento de modalidades alternativas às linhas de crédito tradicionais. É nessa onda que aparece o refinanciamento imobiliário, que, na avaliação de especialistas, tende a abocanhar a cada ano um pedaço maior do mercado.</p>
<p>Hoje, dos grandes bancos de varejo, apenas o HSBC e o Santander ? não por coincidência, duas instituições estrangeiras ? oferecem o refinanciamento imobiliário. Além deles, duas financeiras independentes, a Brazillian Mortgages (BM) e a Pinhal Jardim, trabalham com o produto.</p>
<p>Para analistas, as baixas taxas de inadimplência (já que o imóvel quitado é dado como garantia) é um dos motivos que devem atrair a atenção de outros grandes bancos para a modalidade. O refinanciamento, muito utilizado nos Estados Unidos e em países da Europa, é um espécie de hipoteca.</p>
<p>Mas, diferentemente do que é feito por americanos e europeus, no Brasil, os refinanciamentos não superam 50% do valor total do imóvel. &#8220;Refinanciamos 50%, ou até R$ 500 mil, de imóveis já quitados com prazo de 30 anos para pagamento e o dinheiro não é carimbado, ou seja, pode ser usado pelo cliente para qualquer fim&#8221;, explica Vitor Bidetti, diretor da BM Sua Casa, uma das empresas do grupo BM.</p>
<p>Refinanciar o imóvel é uma maneira de se capitalizar para, por exemplo, organizar o orçamento doméstico, quitar dívidas em modalidades em que os juros são extorsivos, como cartão de crédito, cheque especial. &#8220;Pode também ser uma maneira de comprar um segundo imóvel de valor mais baixo do que o primeiro&#8221;, sugere o consultor especializado em finanças pessoais Marcos Crivelaro.</p>
<p>No entanto, Antonio Barbosa, diretor de crédito imobiliário do HSBC, não recomenda a utilização do refinanciamento do banco para a compra do segundo imóvel. &#8220;As taxas do nosso crédito imobiliário são mais vantajosas que as do refinanciamento&#8221;, observa.</p>
<p>O tradicional crédito tem taxas de 10,5% ao ano, enquanto o refinanciamento tem as taxas anuais na casa dos 18%. &#8220;Recomendo a adesão a esse produto para quem precisa fazer uma readequação financeira&#8221;, diz. O HSBC refinancia até 50% do imóvel, ou até R$ 200 mil, e o prazo para pagamento é de no máximo oito anos.</p>
<p>VELOCIDADE</p>
<p>Outro benefício apontado pelos especialistas no refinanciamento é a velocidade em que o dinheiro é liberado. Na BM Sua Casa, por exemplo, a verba demora, em média, 15 dias para sair. Enquanto isso, em um crédito imobiliário tradicional, o prazo dado pelos bancos de varejo para a liberação do dinheiro é de cerca de dois meses.</p>
<p>Fábio Ferraro, diretor comercial da construtora Obracil, salienta que essa agilidade é &#8220;extremamente benéfica ao mercado imobiliário e ao cliente&#8221;. &#8220;A demora na liberação do financiamento exige um trabalho próximo da construtora com o cliente, para que não ocorra desistência na compra&#8221;, conta Ferraro.</p>
<p>O uso excessivo de uma modalidade de crédito semelhante a essa nos EUA foi o estopim da crise financeira global que explodiu em setembro de 2008. Milhões de americanos refinanciaram suas casas (hipoteca) para gastar dinheiro com consumo. O alto endividamento, somado à elevação dos juros no país, acarretou em calotes frequentes. Depois disso, os imóveis foram devolvidos, mas o valor de mercado das propriedade já era inferior ao das hipotecas, causando enormes rombos nas instituições financeiras.</p>
<p>Como no Brasil a modalidade de refinanciamento é mais conservadora, os especialistas consultados para esta reportagem não consideram a possibilidade de o País sofrer situação semelhante.</p></div>
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<p>Fonte: &#8220;O Jornal Estado de São Paulo&#8221;</p>
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		<title>Governo deve lançar &#8216;Minha Casa, Minha Vida 2&#8242; com PAC 2</title>
		<link>http://www.leardi.com.br/blog/governo-deve-lancar-minha-casa-minha-vida-2-com-pac-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 14:14:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), anúncio deve ser feito em conjunto no próximo dia 29
Leonardo Goy, da Agência Estado






BRASÍLIA - O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, disse nesta sexta-feira, 5, que o governo deverá lançar no dia 29 de março, juntamente com a segunda edição do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="Color_01 bold fnt2 innerTop10">Segundo presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), anúncio deve ser feito em conjunto no próximo dia 29</p>
<p class="fnt2 Color_04 innerTop15">Leonardo Goy, da Agência Estado</p>
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<hr /></div>
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<p>BRASÍLIA - O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, disse nesta sexta-feira, 5, que o governo deverá lançar no dia 29 de março, juntamente com a segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) a extensão do programa Minha Casa, Minha Vida. No entanto, ele não adiantou quantas casas deverão ser incluídas na extensão do programa. O dirigente afirmou que este ano deverão ser contratadas 1 milhão de casas na primeira edição do programa Minha Casa, Minha Vida, e que, também este ano, 300 mil unidades serão entregues.</p>
<p>Na avaliação de Simão, a destinação de parte do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) de trabalhadores que, no passado, compraram ações da Petrobras, para que esses acompanhem a capitalização da companhia, não deve comprometer programas de habitação ou saneamento que dependem dos recursos do fundo. &#8220;A decisão foi inteligente ao não abrir o uso do FGTS para outros usuários. Como está, não compromete&#8221;, disse o dirigente. Pelo acordo fechado na Câmara dos Deputados, somente poderá usar o FGTS quem já usou o fundo anteriormente para a compra de ações da empresa, e mesmo assim, até o limite de 30% do saldo.</p>
<p>Em 2010, o presidente da CBIC estima que o setor deve registrar um crescimento de 9%. Para 2009, ele afirmou que, utilizando os números divulgados até o momento pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a construção civil deve ter uma contração entre 3% e 4%. No entanto, ele questiona esses números, pois, na sua avaliação, o setor teria crescido, no ano passado, pelo menos 2%. Isso porque, segundo ele, os números do IBGE captam apenas o consumo de materiais de construção, e não o valor que ele agrega ao setor.</p>
<p>Na quarta-feira passada, Simão sugeriu ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, que houvesse uma revisão do modelo utilizado pelo IBGE para que fosse captada, de maneira mais precisa, a contribuição do setor para a economia brasileira.</p>
<p>Fonte: &#8220;O Jornal Estado de São Paulo&#8221;</p>
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		<title>A reação do mercado imobiliário</title>
		<link>http://www.leardi.com.br/blog/a-reacao-do-mercado-imobiliario/</link>
		<comments>http://www.leardi.com.br/blog/a-reacao-do-mercado-imobiliario/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 14:26:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O balanço de 2009 do sindicato da habitação (Secovi) mostra que foi rapidamente superada a crise do setor, no Município de São Paulo, com lançamentos de 30,1 mil unidades, inferiores em cerca de 13% aos de 2008. Até julho, foram lançados 9.753 imóveis, menos de um terço do total do ano, mas a retomada foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O balanço de 2009 do sindicato da habitação (Secovi) mostra que foi rapidamente superada a crise do setor, no Município de São Paulo, com lançamentos de 30,1 mil unidades, inferiores em cerca de 13% aos de 2008. Até julho, foram lançados 9.753 imóveis, menos de um terço do total do ano, mas a retomada foi expressiva a partir de agosto. Apenas no último bimestre 10.142 unidades foram lançadas.</p>
<p>Para 2010, a previsão é de crescimento de 5% na comercialização de imóveis novos e de 10% nos lançamentos.</p>
<p>Predominam, no mercado paulistano, escassez e alto custo de lotes. Por isso, nas regiões mais valorizadas, o preço do m2 de área útil construída chega a superar R$ 10 mil, inacessível para as faixas de renda média.</p>
<p>Os preços no mercado local se aproximam dos de países desenvolvidos, onde são mais raras ainda as áreas edificáveis. Não há solução fácil para o problema. As propostas de mudança do zoneamento, para ampliar a oferta de lotes, trazem riscos de deterioração urbana.</p>
<p>Assim, a escassez de lotes na cidade de São Paulo tornou-se problema para a indústria da construção civil, capaz de afetar a oferta num momento em que o ritmo de vendas dos últimos meses confirma &#8220;que a confiança do consumidor está nos mesmos níveis do período pré-crise de 2008&#8243;, como observa Celso Petrucci, diretor do Secovi.</p>
<p>Não falta crédito, nem proveniente do FGTS nem das cadernetas de poupança. No mês passado foram financiadas, no País, 22,8 mil unidades, no montante de R$ 2,87 bilhões, com recursos das cadernetas. Em 12 meses esse montante atingiu R$ 35 bilhões, destinados a 307,9 mil imóveis - dois recordes históricos. E o Secovi estima em R$ 18 bilhões a oferta de financiamentos do FGTS, administrado pela Caixa Econômica Federal.</p>
<p>Segundo os dados do Banco Central, aumentaram em 45,9% os empréstimos à habitação, nos últimos 12 meses, até janeiro, atingindo R$ 88,8 bilhões. Mesmo uma possível elevação dos juros básicos não constituirá ameaça à atividade imobiliária, pois 2/3 dos recursos das cadernetas e a totalidade dos saldos do FGTS são remunerados a taxas entre 0,25% e 0,5% ao mês, mais a TR (que hoje é zero).</p>
<p>A ampliação do mercado imobiliário paulistano dependerá mais, portanto, de políticas inovadoras, voltadas, por exemplo, para o adensamento de áreas centrais, com infraestrutura e que não necessitam de mudanças de zoneamento.</p>
<p>Fonte: Jornal O Estado de São Paulo</p>
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		<title>Vendas de imóveis residenciais crescem 9% na capital paulista, diz Secovi</title>
		<link>http://www.leardi.com.br/blog/vendas-de-imoveis-residenciais-crescem-9-na-capital-paulista-diz-secovi/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 21:08:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Mercado supera expectativas e comercializa mais de 35 mil unidades!
SÃO PAULO - O mercado de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo superou as expectativas em 2009, com a venda de 35.832 unidades, de acordo com a pesquisa sobre o mercado imobiliário divulgada nesta terça-feira pelo Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mercado supera expectativas e comercializa mais de 35 mil unidades!</p>
<p>SÃO PAULO - O mercado de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo superou as expectativas em 2009, com a venda de 35.832 unidades, de acordo com a pesquisa sobre o mercado imobiliário divulgada nesta terça-feira pelo Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP). Além de representar um crescimento de 9,1% em relação ao ano anterior, quando foram vendidas 32.847 unidades, o resultado ficou acima da expectativa inicial do sindicato, que era de 33 mil unidades vendidas.</p>
<p>Ao divulgar o balanço de 2009, o sindicato destaca que o resultado do último bimestre representou quase um quarto do montante vendido no ano. Nos últimos dois meses de 2009, a cidade registrou a venda de 8.274 unidades (2.611 unidades em novembro e 5.663 em dezembro), segundo pesquisa realizada pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP. A performance representa um expressivo avanço de 140,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram comercializadas 3.437 unidades.</p>
<p>Os lançamentos, por sua vez, no ano passado somaram 30.128 unidades, de acordo com levantamento da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), com retração de 12,61% ante 2008, quando foram lançadas 34.475 unidades. Desse total, acrescenta a pesquisa, mais de um terço ficou concentrado nos últimos dois meses do ano.</p>
<p>No último bimestre de 2009 foram lançadas 10.142 moradias, com salto de 95,75% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando os lançamentos somaram 5.181 unidades. O resultado surpreende por superar, inclusive, a soma dos sete primeiros meses do ano passado, de 9.753 unidades. De acordo com o sindicato, a grande expansão no final do ano se deve ao fato de o mercado de lançamentos ter &#8220;andado de lado&#8221; até julho.</p>
<p>Apesar do otimismo, o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, se mostra prudente com relação as perspectivas para 2010. &#8220;A recente alta nos lançamentos pode ser atrelada à recuperação após meses seguidos de timidez. Já as vendas atingiram a retomada necessária durante o ano passado, confirmando que a confiança do consumidor está nos mesmos níveis do período pré-crise de 2008.&#8221;</p>
<p><strong>Valor das vendas</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p>O mercado de imóveis residenciais da cidade de São Paulo registrou um avanço de 7,41% no valor global de vendas (VGV) em 2009 na comparação com o ano anterior, subindo de R$ 10,8 bilhões para R$ 11,6 bilhões. Na mesma base de comparação, o valor médio de vendas sobre oferta (VSO) na capital paulista cresceu 3,8 pontos porcentuais, passando de 13,8% para 17,6%, de acordo com levantamento do Departamento de Economia do Secovi.</p>
<p>No balanço da venda de residências, segundo a pesquisa, a maior demanda em 2009 se concentrou em unidades de dois dormitórios, que representou 40% do total, seguida pelos imóveis com 3 dormitórios (35%). No caso dos lançamentos, a maior procura no ano passado se concentrou também nos imóveis com 2 e 3 dormitórios, com 43% e 35% do total, respectivamente.</p>
<p><strong>Projeção</strong></p>
<p>O Secovi-SP estima que o mercado de imóveis novos residenciais continuará a crescer na capital paulista, em ritmo sustentável, em torno de 5% na comercialização e 10% em lançamentos este ano. Com isso, deve-se chegar a 37,6 mil unidades vendidas a aproximadamente 33 mil unidades lançadas - resultado ainda inferior a 2008.</p>
<p>Segundo o sindicato, recursos não faltarão para o setor imobiliário. Nacionalmente, a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) prevê aumento de financiamento com recursos da poupança de R$ 34 bilhões em 2009 para algo em torno de R$ 45 bilhões neste ano.</p>
<p>O Conselho Curador do FGTS destinou R$ 18 bilhões para financiamentos, R$ 4 bilhões para subsídios, R$ 1 bilhão para o programa Pró Cotista e R$ 1 bilhão para o Pró Moradia. Para o programa Minha Casa, Minha Vida, o governo terá R$ 9,3 bilhões, por dotação no Orçamento Geral da União. Com isso, o total de recursos destinados para o setor em 2010 será de R$ 78 bilhões.</p>
<p>O Secovi destaca ainda que os recursos não utilizados em 2009 no Minha Casa, Minha Vida, passaram automaticamente para o Orçamento de 2010, com grandes chances de se cumprir a meta de 1 milhão de moradias até o final do ano. Em 2009, as contratações do programa chegaram a 275.528 unidades.</p>
<p>Fabiana Holtz, da Agência Estado</p>
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		<title>Caixa tenta avançar na área de imóveis</title>
		<link>http://www.leardi.com.br/blog/caixa-tenta-avancar-na-area-de-imoveis/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 18:07:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marketing</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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A Caixa Econômica Federal deve usar a força de vendas do PanAmericano também para reforçar sua oferta de crédito imobiliário dentro do programa Minha Casa Minha Vida. O banco funcionaria apenas como intermediário e ganharia comissão por operação, sem manter os empréstimos em balanço.
No início de dezembro, a Caixa pagou R$ 739,27 milhões por 49% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="90%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2">A Caixa Econômica Federal deve usar a força de vendas do PanAmericano também para reforçar sua oferta de crédito imobiliário dentro do programa Minha Casa Minha Vida. O banco funcionaria apenas como intermediário e ganharia comissão por operação, sem manter os empréstimos em balanço.</p>
<p>No início de dezembro, a Caixa pagou R$ 739,27 milhões por 49% do capital votante do PanAmericano. Um dos objetivos da instituição federal era justamente ampliar a competitividade em alguns setores que não tinha presença, como é o caso da carteira de veículos e motos - o PanAmericano já opera a linha especial de R$ 3 bilhões do governo para o financiamento de motocicletas.</p>
<p>Mas a capilaridade do banco do grupo Silvio Santos nas classes de renda mais baixa pode ser um aliado na estratégia de conceder financiamento imobiliário dentro do programa habitacional do governo federal. Já para o PanAmericano, esta pode ser uma boa fonte de receitas sem comprometer sua estrutura de capital com os empréstimos.</p>
<p>Há uma grande expectativa para o crescimento imobiliário neste ano. A concessão de novas linhas pode chegar a R$ 45 bilhões no ano, segundo previsão da Abecip, entidade dos bancos com funding de poupança. Em 2009, as liberações para a compra da casa própria e a construção de novas moradias somaram R$ 34 bilhões, somente com recursos da caderneta.</p>
<p>A própria Caixa já divulgou que espera um crescimento próximo a 30% para a carteira neste ano, passando dos R$ 47 bilhões de dezembro do ano passado para R$ 60 bilhões no fim deste ano. A instituição estatal também já divulgou que estuda parcerias com empresas do ramo imobiliário e também com redes varejistas para ampliar sua rede de acesso aos clientes.</p>
<p>A competição no nicho da habitação promete mesmo ser acirrada em 2010. Os grandes bancos privados também apostam muito no segmento imobiliário, com previsões de crescimento entre 35% e 40% das carteiras. Até os bancos médios já demonstram interesse nesse setor.</p>
<p>O Bonsucesso, banco mineiro especializado em consignado, estrutura operação para originar empréstimos imobiliário em lojas próprias e também por meio de correspondentes. Sem funding de poupança, a ideia é empacotar os créditos em títulos, como os certificados de recebíveis imobiliário (CRI) e oferecer os papéis para o mercado. Mas, como disse ao Valor o presidente do banco, Paulo Henrique Pentagna Guimarães, parcerias com bancos não estão descartadas.</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;"><strong>Publicado        por:</strong></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;"><strong> Valor Econômico</strong></span></td>
<td><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;"></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Sinais positivos</title>
		<link>http://www.leardi.com.br/blog/sinais-positivos/</link>
		<comments>http://www.leardi.com.br/blog/sinais-positivos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 18:11:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marketing</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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A Sondagem da Construção Civil, divulgada nesta terça-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e revelando, como revelou, a confiança dos empresários do setor no aumento da atividade nos próximos seis meses, reflete um cenário positivo e delineia perspectivas favoráveis, em área que se caracteriza precisamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="90%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2">A Sondagem da Construção Civil, divulgada nesta terça-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e revelando, como revelou, a confiança dos empresários do setor no aumento da atividade nos próximos seis meses, reflete um cenário positivo e delineia perspectivas favoráveis, em área que se caracteriza precisamente pela extensão dos efeitos multiplicadores na economia e por seu potencial de geração de empregos diretos e indiretos.</p>
<p>Trata-se de um novo indicador de expectativas sobre o nível da atividade da construção civil, a ser divulgado a partir de agora de forma regular, juntamente com os referentes aos demais setores industriais. O fato de ter alcançado 70,6 pontos, acima da linha divisória de 50 pontos, afigura-se por isso mesmo elucidativo quanto ao cenário existente e aos resultados esperados, tendo a pesquisa sido realizada entre os dias 4 e 22 de janeiro e abrangido 283 empresas do setor.</p>
<p>Segundo o documento divulgado, aliás, \&#8221;o otimismo é particularmente elevado entre as grandes empresas (78,8 pontos) e, de um modo geral, o levantamento deixa transparecer o otimismo dos empresários da construção civil com relação a novos empreendimentos e serviços, ao aumento de compras de insumos e matérias-primas e ainda em referência à contratação de trabalhadores nos próximos seis meses. Em dezembro de 2009 houve, ao que se constata, incremento do nível de atividade do setor ante novembro.</p>
<p>Por outro lado, na avaliação de José Carlos Martins, vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, \&#8221;o programa Minha Casa Minha Vida é o grande vetor disso\&#8221; e o plano, referente à construção de moradias para famílias de baixa renda, beneficia as construtoras que atuam na área imobiliária, a qual responde por cerca de um terço do setor da construção civil, formado também pelos que operam em obras públicas.</p>
<p>Trata-se, evidentemente, de uma proposta cuja cujo alcance econômico e social se evidencia, na própria medida em que está voltada à redução do déficit habitacional, o qual se concentra especialmente nesse segmento de baixa renda a que o referido programa busca atender.</p>
<p>Enquanto isso, para o gerente de pesquisas da CNI, Renato da Fonseca, os números da construção civil, apesar de fortes, não suscitam preocupações inflacionárias, ressaltando ele, a propósito, \&#8221;termos que observar mais, isto sim, o crescimento da atividade na comparação com o usual para o mês\&#8221;.</p>
<p>Ainda que os resultados no último trimestre de 2009 tenham sido expressivos, o principal problema enfrentado nesse período foi a elevada carga tributária, seguido da falta de trabalhadores qualificados. De qualquer modo, no conjunto de tais resultados, sobressai sem dúvida o desempenho da indústria da construção civil, realçando a contribuição econômica e social que oferece e lastreando expectativas que a referida sondagem reflete e guardam correlação, de resto, com os prognósticos quanto ao crescimento da economia brasileira no corrente ano, após o período de turbulências que a afetaram em função da crise financeira internacional.</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;"><strong>Publicado        por: </strong></span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;"> <strong> Jornal do Commercio      em:        11/02/2010</strong></span></td>
<td>
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;"><strong> </strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>Pais poderão usar FGTS na compra da casa para filhos</title>
		<link>http://www.leardi.com.br/blog/pais-poderao-usar-fgts-na-compra-da-casa-para-filhos/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 18:07:18 +0000</pubDate>
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Pais poderão usar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar seus filhos a realizar o sonho da casa própria. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou ontem um projeto de lei que permite o saque do fundo para esses casos. Será beneficiado o filho com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="90%" align="center">
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<td colspan="2">Pais poderão usar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar seus filhos a realizar o sonho da casa própria. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou ontem um projeto de lei que permite o saque do fundo para esses casos. Será beneficiado o filho com mais de 21 anos, casado ou vivendo em regime de união estável. O dependente não poder ter nenhum imóvel em seu nome.</p>
<p>Pela proposta, os recursos do FGTS do pais poderão ser utilizados para pagamento de parte das prestações decorrentes de empréstimo com o Sistema Financeiro de Habitação (SFH), liquidação ou amortização de saldo devedor de financiamento imobiliário ou para pagamento total ou parcial de imóvel construído ou lote urbanizado de interesse social não-construído. Para que vire lei, o projeto ainda será votado em decisão terminativa pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Em seguida, vai à Câmara e precisa ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O autor da medida, senador Jarbas Passarinho (PMDB-CE), ressaltou a importância de o filho beneficiado pelo Fundo de Garantia do pai ser casado ou ter uma união estável, já que nesses casos fica clara a necessidade de haver a aquisição de um imóvel próprio.</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;"><strong>Publicado        por: </strong></span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;"> <strong> O Dia      em:        11/02/2010</strong></span></td>
<td>
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;"><strong></strong></span></td>
</tr>
</tbody>
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		<title>Mercado imobiliário e criatividade</title>
		<link>http://www.leardi.com.br/blog/mercado-imobiliario-e-criatividade/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 14:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marketing</dc:creator>
		
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As recentes alterações introduzidas na Lei do Inquilinato refletem duas facetas: por um lado, a preocupação constante de se criarem sistemas de estímulo ao mercado imobiliário e, ao mesmo tempo, proteger aqueles que se valem de aluguel para atendimento da necessidade de moradia; por outro, a falta de criatividade e confiança do mercado para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="90%" align="center">
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<td colspan="2">As recentes alterações introduzidas na Lei do Inquilinato refletem duas facetas: por um lado, a preocupação constante de se criarem sistemas de estímulo ao mercado imobiliário e, ao mesmo tempo, proteger aqueles que se valem de aluguel para atendimento da necessidade de moradia; por outro, a falta de criatividade e confiança do mercado para a implantação de novos institutos que contemplem com maior amplitude e eficácia os dois interesses.</p>
<p>Existem várias realidades sob a ótica dos dois polos envolvidos - locadores e locatários - que não podem ser pasteurizados numa única fórmula reflexiva da estabilidade nas relações locatícias na perspectiva do prazo de vigência.</p>
<p>Em regra, quem oferece imóvel para alugar é investidor do mercado imobiliário, o que não significa o engessamento de seu patrimônio naquelas unidades que possui, sendo comum a busca de ganhos pela venda de imóveis valorizados, bem como a compra de outros com potencial de valorização, às vezes até mesmo pela introdução de algumas benfeitorias.</p>
<p>Por outro lado, quem aluga um imóvel não tenciona necessariamente ser inquilino pelo resto da vida, sendo natural o sonho de ter sua própria moradia ou de adquirir uma compatível com suas necessidades, para o que, por vezes, precisa desfazer-se de outra de menor valor ou buscar financiamento através de agente do sistema financeiro da habitação.</p>
<p>No caso do investidor, ele é inibido de alugar quando seu intento a curto prazo é na verdade vender a unidade, considerando que a lei impõe o prazo mínimo de 30 meses de vigência do contrato, fora as hipóteses de aluguel por temporada, que se ajusta apenas a determinado padrão de imóvel.</p>
<p>Daí a quantidade de imóveis fechados destinados a venda, arcando o proprietário investidor com os encargos e gastos de manutenção, desestimulando novos investimentos e ampliação da carteira.</p>
<p>Com isso, perde a indústria da construção civil, maior fonte de empregos do país.</p>
<p>Já aquele inquilino que almeja a compra de um imóvel de acordo com o seu perfil ou necessidade, vê os recursos destinados à locação consumirem sua poupança ou renda, atrasando a concretização de seu maior sonho. Ele precisa morar, mas gostaria que fosse no seu próprio, e naquele que satisfaça suas expectativas, e, muitas vezes, não dispõe imediatamente dos recursos para adquiri-lo ou não tem a certeza de que encontrou o que buscava.</p>
<p>Para este, a locação pelo prazo de 30 meses pode ser um tormentoso dilema, haja vista o ônus pela multa que terá de suportar se na vigência do contrato aparecer o sonhado imóvel e obtiver os recursos para adquiri-lo, seja por financiamento, seja pela venda de outro que possuía ou pela consumação de ganho esperado para o futuro.</p>
<p>Contemplando tais hipóteses, é possível a criação de um instituto híbrido, intermediário entre a locação e a compra e venda, onde seria esta a intenção final das partes, ao término do prazo razoável de 12 meses, com possibilidade de antecipação, e em que os aluguéis pagos no período seriam abatidos do preço ajustado. De outro modo, se não exercida a opção e não consumada a venda, além do recebimento de aluguéis no período e desoneração dos encargos incidentes sobre o imóvel, faria jus o frustrado vendedor a um prêmio não superior a três mensalidades, sem prejuízo da imediata reintegração na posse, acaso não ocorresse a voluntária desocupação.</p>
<p>Evidente que este modelo somente atenderia a quem quer comprar, mas não tem como fazê-lo de imediato, e a quem quer vender sem se submeter ao risco de ficar com a unidade fechada por longo período, onerando seu investimento até que apareça um interessado.</p>
<p>O modelo também propiciaria uma espécie de test drive, possibilitando ao adquirente a moradia ajustada às suas expectativas.</p>
<p>Pequeno ajuste na lei para permitir a locação sob condição de compra, que não se confunde com leasing, certamente impulsionaria ainda mais o mercado imobiliário e daria mais estabilidade às locações convencionais.</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;"><strong>Publicado        por:</strong></span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;"> <strong> Jornal do Brasil </strong></span></td>
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<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;"><strong></strong></span></td>
</tr>
</tbody>
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		<title>Construção civil recupera terreno</title>
		<link>http://www.leardi.com.br/blog/construcao-civil-recupera-terreno/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:45:48 +0000</pubDate>
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Em mais um dia de bom humor nos mercados, as ações de empresas ligadas à construção civil e ao consumo interno foram os destaques na ponta compradora. Rossi ON brilhou no topo da ranking de altas do dia, ao subir 7,78% e fechar em R$ 14,55. As ordinárias da MRV ganharam 4,03% a R$ 12,90, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="90%" align="center">
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<td colspan="2">Em mais um dia de bom humor nos mercados, as ações de empresas ligadas à construção civil e ao consumo interno foram os destaques na ponta compradora. Rossi ON brilhou no topo da ranking de altas do dia, ao subir 7,78% e fechar em R$ 14,55. As ordinárias da MRV ganharam 4,03% a R$ 12,90, e a fabricante de painéis de madeira e metais Duratex, 4,24%, a R$ 17,20.</p>
<p>De acordo com Eduardo Oliveira, da mesa de operações da Um Investimento, circularam no mercado informações de que o programa Minha Casa, Minha Vida, seria ampliado, o que colaborou para o movimento de alta nos papéis de empresas ligadas ao setor de construção. Ao lado disso, os papéis da Rossi não tiveram bom desempenho em janeiro e, mesmo após a alta de ontem, recua 4,91% no acumulado do ano.</p>
<p>Além disso, de acordo com Oliveira, as perspectivas de aumento de renda e crédito para a classe C em 2010 ampliam ainda mais as possibilidades de ganhos com papéis das construtoras. \&#8221;O mercado de construção civil ligado à baixa renda é um dos que mais vai se beneficiar com a melhora da economia. É o caso de apostar nesses papéis\&#8221;, disse.</p>
<p>No setor de consumo interno, que na visão de Oliveira, também apresentará bom desempenho no ano, as ações preferenciais (PN) do Pão de Açúcar valorizaram 3,62% e fecharam o pregão a R$ 65,29. \&#8221;Sem dúvida, é a melhor opção do setor. Os mesmos motivos que ajudam a construção civil fortalecem também empresas voltadas para o consumo interno. Essa ação tem boas perspectivas para o ano\&#8221;, avalia.</p>
<p>A informação de que a Telefónica teria o aval do governo italiano para fazer oferta de aquisição da Telecom Itália fez com que as ações da TIM se valorizassem no Brasil. TIM ON subiu 5,41%, fechando em R$ 7,40 enquanto a preferencial (PN) subiu 4,42%, ficando em R$ 5,20.</p>
<p>Ainda no setor de telecomunicações, a Oi amargou as maiores quedas do dia. As ações da Telemar, que controla a operadora, caíram 3,36% a R$ 54,31. As ON e PN da Telemar Norte Leste também caíram, 2,52% e 2,62 %, respectivamente, após a suspensão do lançamento de debêntures no valor de R$ 2,3 bilhões.</p>
<p>A ação preferencial da Klabin foi positivamente influenciada por uma notícia negativa de sua concorrente, a Suzano Papel e Celulose, segundo Oliveira. A Suzano anunciou que uma fábrica sua na Bahia teve de parar a operação, resultando em uma perda de 42 mil toneladas de celulose por mês. A Klabin PN subiu 4,10% no dia e fechou em R$ 4,10. Para o analista, ainda há espaço para apreciação do papel.</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong>Publicado        por:</strong></span><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong> Jornal do Commercio      em:        03/02/2010</strong></span></td>
<td><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"> <strong><br />
</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
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		<title>&#8220;Venda de imóveis cresce em 2010&#8243;</title>
		<link>http://www.leardi.com.br/blog/venda-de-imoveis-cresce-em-2010/</link>
		<comments>http://www.leardi.com.br/blog/venda-de-imoveis-cresce-em-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 17:02:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marketing</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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Em mesa-redonda na Fiabci/Brasil sobre perspectivas das vendas do mercado imobiliário para 2010, o vice-presidente da Brasil Brokers, Júlio César Piña Rodrigues, disse acreditar em significativa expansão. O resumo da palestra.
\&#8221;Estamos animados. O mercado se reergueu, e não há bolha. A crise trouxe um elemento fundamental de arrumação dos fatores de produção. Tudo estava muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="90%" align="center">
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<td colspan="2">Em mesa-redonda na Fiabci/Brasil sobre perspectivas das vendas do mercado imobiliário para 2010, o vice-presidente da Brasil Brokers, Júlio César Piña Rodrigues, disse acreditar em significativa expansão. O resumo da palestra.</p>
<p>\&#8221;Estamos animados. O mercado se reergueu, e não há bolha. A crise trouxe um elemento fundamental de arrumação dos fatores de produção. Tudo estava muito complicado no final de 2008. Faltava grua, o preço de cimento vinha subindo, os terrenos apresentavam preços exorbitantes, eram vários problemas, mas que agora parecem ajustados. Acho que o mercado imobiliário vai crescer em todos os segmentos em 2010, algo entre 20% e 25%.</p>
<p>O crédito imobiliário registrou significativa expansão nos últimos anos, no Brasil, e deve crescer ainda mais. Chegou a cerca de 3,6% em relação ao PIB, em agosto de 2009, números não absolutos, mas que representam notável avanço, ainda que relativamente baixos. Tivemos também os primeiras IPO\&#8217;s, que irrigaram o mercado com R$ 15,7 bilhões até o final de 2007, seguidos de novas captações recentes de recursos por parte dos grandes incorporadores, o que vai ajudar na expansão do mercado ao longo dos próximos anos.</p>
<p>Também novos recursos estão chegando. Somos procurados por investidores de fora com sede de investir aqui. E foi notável a expansão dos recursos do FGTS liberados pela Caixa Econômica Federal (aumento de 46% até novembro de 2009 contra 2008).</p>
<p>Além disso, as condições de financiamento mudaram drasticamente. Os prazos estão mais longos, com financiamentos de até 100% da unidade. São paradigmas que vêm sendo efetivamente quebrados, com ajuda da significativa queda da taxa de juros, que deverá continuar em nível razoável até o final de 2010. A segurança jurídica é outro elemento importante: deu novo alento ao mercado e possibilitou contornar com rapidez os problemas decorrentes da turbulência global.</p>
<p>A Fundação Getúlio Vargas divulgou recentemente estudo mostrando uma nova metodologia para cálculo do déficit habitacional, agora por volta de 5 milhões de unidades, quando vínhamos falando em 8 milhões. Sob qualquer hipótese, o déficit é extremamente significativo, e indica o potencial de crescimento desse mercado no futuro, ajudado ainda pelo aumento da mobilidade social que vislumbramos para o País à frente, decorrente do crescimento real da renda das pessoas, e mudança de patamar de consumo e consequentemente de classe social.</p>
<p>Temos ainda o Programa \&#8217;Minha Casa, Minha Vida\&#8217;, empurrão adicional que chegou para nutrir o mercado com investimento previsto de 34 bilhões de reais. As incorporadoras, de uma forma geral, passaram a olhar o segmento econômico com prioridade, o que resultou numa mudança completa de paradigmas. A forma de comercializar, de abordar o cliente, tudo agora é diferente, do ponto de vista da venda.</p>
<p>Estamos diante também de novas oportunidades, como a maior rentabilidade do segmento de imóveis comerciais, o que vem mudando a dinâmica da comercialização. Há ainda o mercado de imóveis de terceiros, que não pode ser esquecido. Nos Estados Unidos, representa cerca de 95% do mercado total. Aqui, entre 70% e 75%.</p>
<p>Temos de dar atenção especial a novas estratégias para o crescimento do mercado secundário. O domínio do arsenal tecnológico de vendas também nos parece absolutamente fundamental. Gostaria de destacar, por fim, o papel consultivo das imobiliárias, decisivo para ajudar clientes e incorporadores a realizar o produto adequado a um preço adequado, na hora adequada e com estratégia de lançamento adequada.</p>
<p>Também estamos vendo a necessidade do desenvolvimento de um novo modelo de capacitação profissional da força de vendas. Vejo com bons olhos, por exemplo, algumas redes imobiliárias estrangeiras chegando ao País. Vão ajudar a profissionalizar e formalizar ainda mais o mercado, criar massa crítica e conscientizar o comprador de que a consultoria imobiliária é essencial na escolha adequada do imóvel, além de garantir segurança jurídica. Isso tudo vai contribuir muito para garantir a expansão das vendas em 2010 e nos anos seguintes.\&#8221;</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong>Publicado        por:</strong></span> O Estado de S. Paulo</td>
<td></td>
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